A nova resolução de investimentos do CMN foi o principal tema de uma agenda institucional da Associação Nacional de Entidades de Previdência dos Estados e Municípios (ANEPREM), realizada em Brasília. O foco da discussão foram os impactos diretos para os Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS).
Na quinta-feira (22/01), o presidente da ANEPREM, Adilson Carlos, participou de reunião no Ministério da Previdência. Ele esteve acompanhado do presidente da Associação Gaúcha de Instituições de Previdência (AGIP) e diretor financeiro da entidade, Alderi Zanatta. Já na sexta-feira (23/01), a agenda teve continuidade no Ministério do Planejamento.
Durante os encontros, os representantes discutiram os efeitos da nova resolução de investimentos do CMN sobre a gestão dos recursos previdenciários. Também foram apresentadas as dificuldades enfrentadas pelos RPPS com a aplicação da normativa.
Nova resolução de investimentos do CMN e impactos nos RPPS
Ao longo da agenda, os dirigentes destacaram os desafios relacionados à adequação das carteiras às regras previstas na nova resolução de investimentos do CMN. Além disso, abordaram pontos do atual cenário econômico que influenciam as decisões de investimento.
Nesse contexto, a ANEPREM ressaltou a necessidade de atenção permanente por parte dos gestores. A entidade destacou a importância da análise de limites, riscos e oportunidades previstos na nova regulamentação.
Atuação institucional da ANEPREM sobre a nova resolução de investimentos do CMN
A atuação da ANEPREM ocorreu de forma técnica e institucional. Assim, a entidade buscou contribuir para o aperfeiçoamento da regulamentação. O objetivo foi defender os interesses dos RPPS.
Além disso, a ANEPREM reforçou que o debate sobre a nova resolução de investimentos do CMN integra uma agenda permanente. Essa agenda envolve o diálogo com o Governo Federal e outras pautas do setor previdenciário.
Diálogo com o Governo Federal
A agenda institucional reforça a importância do diálogo entre gestores de RPPS, entidades representativas e órgãos do Governo Federal. Por isso, o contato direto permite apresentar a realidade dos institutos.
Por fim, a ANEPREM avalia que as contribuições apresentadas podem auxiliar no aprimoramento da nova resolução de investimentos do CMN. A expectativa é garantir mais segurança jurídica. Também se busca melhorar as condições de gestão dos recursos previdenciários.







